quarta-feira, 18 de março de 2026

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Presidente Venceslau receberá mais de R$ 321 mil do FPM no próximo decêndio


O município de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, receberá um repasse de R$ 321.015,67 referente ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O crédito está previsto para ser realizado no dia 20 de março de 2026.

De acordo com os dados divulgados pelo IBGE, o município possui uma população estimada em 39.516 habitantes, o que influencia diretamente no cálculo do repasse federal.

O valor corresponde à parcela do decêndio e, conforme informado, não há valor adicional de reserva, mantendo o total do repasse em R$ 321.015,67.

O FPM é uma das principais fontes de receita para os municípios brasileiros, sendo fundamental para a manutenção de serviços públicos essenciais, como saúde, educação e infraestrutura. Em cidades de porte semelhante a Presidente Venceslau, os recursos são frequentemente utilizados para custeio da máquina pública e investimentos em melhorias urbanas.

A expectativa é de que o valor contribua para o equilíbrio das contas municipais e para a continuidade dos serviços prestados à população.

RESUMO DAS PRINCIPAIS NOTÍCIAS



O dia é de movimentação na política e na economia brasileira, com debates no Congresso e preocupação da população com a inflação.

No cenário internacional, tensões entre países seguem em alta e podem impactar os preços no mundo todo.

Na área de segurança, crimes virtuais e ações policiais continuam em destaque em diversas regiões.

No entretenimento, o Oscar 2026 e o Big Brother Brasil 26 seguem entre os assuntos mais comentados.

E no esporte, destaque para a volta da MotoGP ao Brasil após mais de duas décadas.

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Justiça manda suspender grupo no Telegram por compartilhamento ilegal de imagens de mulheres em Adamantina

 

A Justiça determinou a suspensão imediata de um grupo no Telegram que reunia cerca de 900 integrantes e estaria sendo utilizado para o compartilhamento de fotos de mulheres sem consentimento. O caso foi divulgado nesta segunda-feira (16) pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Adamantina.

De acordo com a Polícia Civil, as imagens eram retiradas de perfis públicos das vítimas em redes sociais e compartilhadas no grupo. A partir desse material, os participantes faziam comentários ofensivos e, em alguns casos, produziam vídeos utilizando ferramentas digitais, agravando a situação.

As investigações continuam e buscam identificar os responsáveis pela criação e administração do grupo, além de apurar a participação individual de cada integrante.

Segundo a DDM, as condutas podem se enquadrar em diferentes crimes, como difamação, importunação sexual e divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento — previsto no artigo 218-C do Código Penal.

A polícia também destacou que há indícios de envolvimento de imagens de crianças e adolescentes, o que amplia a gravidade do caso. Nesses casos, a investigação considera o artigo 241-A do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata da divulgação de material envolvendo menores.

A Polícia Civil reforça que a apuração segue em andamento e que os responsáveis poderão responder criminalmente conforme o grau de envolvimento de cada um.

Médico perde quase R$ 1 milhão após golpe aplicado por pessoa de confiança em Presidente Prudente


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— Foto: Reprodução/Google Maps

A Polícia Civil investiga um golpe financeiro que causou prejuízo de quase R$ 1 milhão a um médico de 61 anos, em Presidente Prudente. O caso foi registrado no mês de fevereiro e segue sob apuração.
Segundo as investigações, o principal suspeito é um homem de 27 anos que mantinha uma relação de proximidade e confiança com a vítima. Aproveitando-se dessa intimidade, ele teria realizado diversas movimentações bancárias sem autorização.
De acordo com o boletim de ocorrência, o médico percebeu as irregularidades ao analisar extratos bancários. Em uma das situações, o suspeito realizou quatro transferências no mesmo dia, totalizando cerca de R$ 240 mil.
Além dos valores em dinheiro, o investigado também teria transferido para o próprio nome dois imóveis pertencentes à vítima, ampliando ainda mais o prejuízo financeiro.
A apuração policial aponta que as quantias movimentadas são elevadas e incompatíveis com qualquer tipo de negociação formal, o que indica um possível esvaziamento patrimonial da vítima ao longo do período.
O caso é tratado como apropriação ou desvio de bens de pessoa idosa, crime previsto em lei e que prevê punições mais severas quando há violação de confiança.
Em nota, a Polícia Civil informou que a investigação está sob responsabilidade da Delegacia do Idoso de Presidente Prudente e tramita em sigilo até a conclusão dos trabalhos.

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