Homem invade propriedades rurais, é amarrado pelos sitiantes e entregue para a polícia
- Por: Portal Bueno

Vizinhos na zona rural de Bataguassu se juntaram para render um homem de 41 anos, que estaria invadindo as propriedades na noite desta terça-feira (19).
O Patrulhamento Rural da Polícia Militar foi avisado de que um homem estaria invadindo as propriedades do Assentamento Santa Clara, na BR-267 por volta das 20h, desta terça-feira(19).
Os sítios estão localizados na altura do quilómetro 102 da Rodovia Manoel da Costa Lima, cerca de 70 quilômetros distante da cidade de Bataguassu.
Os proprietários rurais que registraram a ocorrência, contaram que o homem invadiu o primeiro sítio, mas foi flagrado pela proprietária que gritou por socorro e foi ouvida pelos vizinhos.
Diante da reação da vítima, o homem fugiu para a propriedade vizinha e mais uma vez foi flagrado pela proprietária do lugar. Desta vez o marido e o filho da vítima conseguiram imobilizar o invasor.
Quando a Polícia Militar chegou no local, ele estava com braços e pernas amarrados por uma corda.
O homem também apresentava diversas escoriações que os proprietários rurais alegaram terem sido provocadas pela resistência que o homem apresentou durante a imobilização.
Diante disso o homem foi conduzido ao Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia de Bataguassu para realização do exame de corpo de delito e depois apresentado à Delegacia de Polícia Civil.
As famílias que tiveram suas propriedades invadidas também foram encaminhadas à delegacia de Polícia e informaram que o homem esteve durante toda a tarde andando pelos lotes e chegou a permanecer nas varandas dos imóveis em alguns momentos.
Na delegacia, o sujeito aparentou agitação, mas não quis falar.
O rapaz possui diversas passagens pela polícia por violação de domicílio, pertubação da tranquilidade, tentativa de incêndio, vias de fato, dano e outras.
Pela invasão cometida nesta terça-feira, o homem deve responder mais uma vez pelo crime de violação de domicílio. Com isso ele foi preso em flagrante e o caso segue para apreciação no judiciário.
Com informações do Cenário MS.
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