terça-feira, 26 de julho de 2022

 

Prévia da inflação acumulada até julho é a 2ª maior desde 2004

Maior valor registado pelo IPCA-15 para o período foi de 6,90%, em 2015; índice mais baixo da série é o de julho de 2020, de 0,67%



Inflação acumulada até julho, de 5,79%, é a 2ª maior desde 2004 para igual período
MARCELLO CASAL/AGÊNCIA BRASIL

Apesar de a prévia da inflação mensal de julho, de 0,13%, divulgada nesta terça-feira (26), ser a menor desde 2020, segundo o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), a taxa acumulada no ano, entre janeiro e julho de 2022, de 5,79%, é a segunda maior desde 2004, quando teve início o cálculo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A maior variação acumulada foi registrada em julho de 2015, de 6,90%. Em terceiro lugar ficou a inflação acumulada no mesmo período de 2016, com IPCA-15 de 5,19%.

Em 2015, o índice foi divulgado em 22 de julho, e apresentou variação mensal geral de 0,59%. Recife foi a capital que teve a maior inflação no mês, 0,87%, e Belém, a menor taxa, 0,26%. 

Naquele mês, na comparação com junho do mesmo ano, as altas de preços ficaram por conta dos grupos Habitação (1,15%) e Comunicação (0,59%). O item responsável pela maior variação foi a energia elétrica, com alta de 1,91%, que já vinha apresentando aumentos nos meses anteriores, e se projetou como o mais elevado impacto individual no índice, com 0,07 ponto percentual (p.p.). Naquele ano, as tarifas da conta de luz tiveram aumento médio de 44,75%, sendo ainda mais altos em Curitiba (62,46%), Porto Alegre (57,50%) e São Paulo (55,46%).

No grupo Comunicação, os serviços de telefonia fixa e móvel subiram 1,28% e 0,83% naquele mês, respectivamente.

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