sábado, 5 de novembro de 2022

Júri popular condena mulher por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver em Presidente Epitácio


Pode ser uma imagem de árvore e natureza

Foto: Marcelo Casarini/Cedida

Pena foi de 18 anos e seis meses de reclusão. Corpo de Clóvis Antônio Grisante Júnior foi encontrado esquartejado, no bairro Village Lagoinha, em agosto de 2021.
Por g1 Presidente Prudente
A Justiça condenou nesta sexta-feira (4) a ré Terezinha Pereira Bizarri, de 65 anos, a uma pena de 18 anos e seis meses de reclusão em regime fechado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver, em Presidente Epitácio (SP).
Terezinha, que já estava presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP) desde setembro de 2021, foi submetida ao julgamento popular do Tribunal do Júri pela morte de Clóvis Antônio Grisante Júnior, ocorrida em agosto do ano passado, em Presidente Epitácio.
“Os jurados reconheceram as três qualificadoras: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima”, explicou o advogado Jean Carlos de Lima, que trabalhou no caso como assistente da acusação, representando a família da vítima do assassinato.
Ele ainda pontuou que, na dosimetria da pena, a juíza Maria Fernanda Sandoval Eugenio Barreiros Tamaoki reconheceu que a morte trouxe prejuízos e dor irreparável para os quatro filhos deixados pela vítima.
O corpo de Clóvis Antônio Grisante Júnior, de 43 anos, foi encontrado esquartejado no bairro Village Lagoinha, em Presidente Epitácio, no dia 22 de agosto de 2021.
A vítima do assassinato foi enterrada sem a cabeça, que não foi localizada.
A identificação foi feita por exame de perícia, através de impressões digitais.
O reconhecimento do corpo foi feito por uma irmã da vítima.

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