Morte misteriosa: Jovem é atropelada após cair de carro em movimento na Argentina
Polícia tenta desvendar se Giuliana Caña, de 26 anos, foi empurrada ou se caiu do veículo em movimento por vontade própria
— Foto: Reprodução
A morte de uma jovem na quarta-feira passada, em Bernal Oeste, no distrito de Quilmes, na Argentina, está cercada de mistério. Giuliana Caña, de 26 anos, morreu atropelada, após cair de um veículo em movimento. Agora, a Justiça argentina tenta desvendar se a mulher se jogou do carro por conta própria ou se teria sido empurrada.
“A investigação tenta apurar se a jovem se jogou por decisão própria do veículo em, movimento por decisão própria ou se alguém que a acompanhava no carro a empurrou”, informaram algumas fontes consultadas pelo jornal argentino La Nación.
A polícia de Buenos Aires e da Prefeitura de Naval foram acionadas através do número de emergência para uma ocorrência de uma jovem ferida. Ao chegarem no local, a vítima “já estava sem sinais vitais”, disseram fontes policiais ao jornal.
“Ao lado dela estava uma amiga, que relatou que a vítima havia entrado no carro para ir até a casa do namorado e que, momentos depois, observou que ela pulou no asfalto”, informou a polícia.
O momento foi captado por câmeras de segurança. Nas imagens, Caña aparece rolando para fora de um carro de cor escura, através da porta traseira do lado direito. Na mesma hora, um carro de cor clara, identificado pela polícia como um Fiat Siena, aparece e atinge a jovem. Tempos depois, duas pessoas correm em direção ao corpo inerte da mulher.
Em depoimento citado pelo La Nación, o motorista do Fiat Siena relatou uma história similar ao que mostram as imagens e que não havia sido possível esquivar-se da jovem, resultando no atropelamento. O motorista afirmou ainda que parou alguns metros à frente e que teria escutado um homem aproximar-se de Caña e gritar “Meu amor, não morra”. Antes da polícia chegar, contudo, ele teria saído do local com dois homens.
O registro das câmeras foi encaminhado aos policiais e delegados para que possa ser averiguado. Os agentes buscam através dele coletar informações, como a placa e a marca do veículo em que a jovem viajava.
Caña foi descrita por testemunhas como uma pessoas muito conflituosa no bairro e que costumava vender drogas na rua. Segundo os policiais, imagens captadas momentos antes da chegada do carro, “registraram cenas compatíveis com a venda de drogas”.
“Além disso, a amiga da vítima confirmou em seu depoimento na delegacia que Caña se dedica à venda a varejo de entorpecentes”, informou a polícia ao jornal.
A investigação segue em andamento. A delegada Karina Gallo, de Quilmes, está encarregada do caso.
fonte:https://extra.globo.com/

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