terça-feira, 30 de dezembro de 2025

De um hábito comum ao hospital: americana quase perde os movimentos do rosto após remover espinha no nariz

A situação desencadeou uma infecção agressiva que serve como um alerta médico sobre os perigos de remover cravos e espinhas no rosto 

Por Malu Felix


' — Foto: Reprodução/Internet

O que começou como um hábito comum de autocuidado matinal transformou-se em um pesadelo médico para Lindsay deOliveira, de 32 anos. Ao notar uma pequena espinha perto do nariz, a moradora da Geórgia, nos EUA, decidiu espremê-la, acreditando que a marca desapareceria em pouco tempo. No entanto, o que parecia uma imperfeição inofensiva evoluiu rapidamente para um inchaço agressivo, desfigurando seu rosto e revelando os riscos reais de manipular a pele em uma região extremamente sensível da face.

A gravidade do caso de Lindsay reside no fato de que a área atingida, conhecida na medicina como o "triângulo da morte", possui vasos sanguíneos com ligação direta para a base do cérebro. Ao romper a barreira da pele, ela permitiu a entrada de bactérias que desencadearam uma celulite infecciosa. Essa condição atinge as camadas profundas do tecido cutâneo e pode se tornar fatal caso os microrganismos alcancem a corrente sanguínea ou o sistema nervoso central, o que explica a rapidez com que o quadro se agravou.

A progressão dos sintomas foi assustadora. Em apenas dois dias, Lindsay viu metade de seu rosto perder a mobilidade e começar a "ceder", o que a levou a procurar ajuda médica repetidas vezes. No hospital, o inchaço era tão severo que a equipe de emergência chegou a confundir a infecção com uma reação alérgica grave. Foi necessário realizar uma ressonância magnética para descartar danos permanentes aos olhos e ao cérebro, enquanto o tratamento era reforçado com antibióticos de alta potência para conter o avanço bacteriano.

Apesar do susto e das seis semanas de recuperação difícil devido aos efeitos colaterais das medicações, Lindsay conseguiu se recuperar sem sequelas graves, restando apenas uma pequena cicatriz. Hoje, ela utiliza sua experiência para alertar outras pessoas sobre o risco de subestimar inflamações faciais e a importância de nunca cutucar essa região crítica. Sua mensagem final é um apelo à cautela, reforçando que um incômodo estético passageiro não vale o risco de uma internação hospitalar severa.

fonte:https://extra.globo.com/

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