fonte e imagens reprodução/TV TEM
DOIS HOMENS SÃO AGREDIDOS APÓS SEREM FLAGRADOS FURTANDO MILHO EM FLORÍNIA
Segundo o boletim de ocorrência, o dono da fazenda e um funcionário viram os homens furtando as espigas de milho e começaram a brigar. O proprietário chamou a polícia e os homens confessaram o furto, dizendo que o milho seria para consumo próprio.
Eles foram levados para a delegacia, prestaram depoimento e foram liberados. O caso foi registrado como furto e exercício arbitrário da própria razão, que é o crime de fazer a justiça com as próprias mãos.
Em outro caso
HOMEM É ATACADO APÓS ATROPELAR MULHER PROPOSITALMENTE EM JAU
Um homem foi agredido após atropelar propositalmente uma mulher em Jau. O incidente ocorreu minutos antes da agressão, quando o homem foi seguido pela mulher, seu marido e sua mãe até o local onde estacionou e saiu do carro.
Moradores do bairro presenciaram a cena e acionaram a polícia. A vítima foi socorrida pelo serviço de atendimento móvel de urgência e encaminhada à Santa Casa de Jau. O estado de saúde dele não foi divulgado.
A polícia civil investiga o caso e busca identificar os responsáveis pela agressão. Não há informações sobre a motivação do atropelamento ou a identidade da mulher atropelada.
Justiça com as próprias mãos: entenda os riscos e as consequências
A lei brasileira é clara: o Estado é responsável por garantir a segurança e a justiça, e os cidadãos não têm o direito de fazer justiça com as próprias mãos. Isso significa que, mesmo que alguém seja vítima de um crime, não é permitido que essa pessoa ou sua família tomem a lei em suas próprias mãos e cometam atos de vingança ou punição contra o suspeito.
A legítima defesa é um instituto diferente, que permite que uma pessoa se defenda de uma agressão injusta e iminente, utilizando os meios necessários para se proteger. No entanto, a legítima defesa não é a mesma coisa que fazer justiça com as próprias mãos, pois pressupõe uma situação de perigo iminente, e não uma forma de vingança ou punição.
Se você presenciar um crime em andamento, é recomendado que você não tente intervir ou segurar o suspeito, pois isso pode colocar você e outras pessoas em risco. Em vez disso, é melhor chamar a polícia e deixar que os profissionais lidem com a situação.
No entanto, o Código de Processo Penal brasileiro autoriza os cidadãos a prenderem alguém em flagrante delito, ou seja, quando o crime está sendo cometido no momento. Nesse caso, é permitido que você segure o suspeito até que a polícia chegue, mas é importante tomar cuidado para não cometer excessos ou colocar você mesmo em risco.
É importante lembrar que a justiça com as próprias mãos não é uma solução eficaz ou segura para lidar com os crimes. Além de ser ilegal, pode levar a consequências graves, como lesões ou até mesmo morte, tanto para o suspeito quanto para as pessoas que tentam intervir.
A melhor maneira de lidar com os crimes é confiar na justiça e nas forças de segurança, e trabalhar para criar uma sociedade mais justa e segura para todos.
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