Caso chocou a comunidade de cidade na Grande Manchester (Inglaterra); Rebecca Joynes perdeu a guarda do bebê
Por Fernando Moreira
Foto: Reprodução
Uma professora definida por juiz como "predadora sexual" foi proibida para sempre de dar aula após ser presa por abusar sexualmente de alunos adolescentes, incluindo um com quem engravidou e deu à luz seu filho.
As ações da professora de matemática foram consideradas "fundamentalmente incompatíveis" com o ensino pelas autoridades. Rebecca Joynes, de 31 anos, dava aula em escola de ensino médio de Tameside, na Grande Manchester (Inglaterra).
A Agência de Regulamentação do Ensino do Reino Unido (TRA) publicou na semana passada uma decisão proibindo-a de trabalhar em sala de aula novamente.
Rebecca está cumprindo seis anos e meio de prisão após ser considerada culpada de seis acusações de atividade sexual com o menos dois menores, de 15 anos.
A primeira aparição de Rebecca em tribunal se deu em 2022, quando tinha 28 anos. Na audiência, foi revelado que a professora abordou um dos menores por meio de rede social. Rebecca começou a a se encontrar secretamente com ele. Em uma ocasião, o Menino A disse à mãe que ficaria na casa de um amigo, mas, em vez disso, Rebecca o buscou, o levou para fazer compras no Trafford Centre e comprou para ele um cinto Gucci de 350 libras (R$ 2.570) antes de levá-lo para seu apartamento em Salford, onde "fizeram sexo".
No dia seguinte, a mãe do Menino A notou uma marca de chupão no pescoço dele, descobriu com quem ele estivera, confrontou a escola e chamou a polícia, resultando na prisão de Rebecca.
Enquanto estava em liberdade sob fiança policial e proibida de contatar menores de 18 anos, Joynes começou a aliciar um segundo jovem de 15 anos, o Menino B, pelo Snapchat. Os dois mantinham "relações sexuais" regulares sem proteção no apartamento da professora. Numa delas, Rebecca engravidou. A reincidência, culminando com a gravidez, chocou a comunidade da região.
Logo após o nascimento, o bebê foi retirado dos cuidados da mãe e entregue a avós do pai.
fonte:https://extra.globo.com/
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