Um casal foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira (2) em Presidente Prudente, suspeito de envolvimento em furtos ocorridos em diferentes pontos da cidade. A prisão foi realizada pela Polícia Militar após a identificação dos autores por meio de imagens de videomonitoramento e denúncia das vítimas.
De acordo com as informações apuradas, a polícia foi acionada para atender uma ocorrência de furto de um botijão de gás em um estabelecimento comercial. Imagens de câmeras de segurança mostraram um homem subtraindo o objeto enquanto uma mulher permanecia nas proximidades, aparentemente dando apoio à ação. Após o crime, ambos teriam utilizado um carrinho para transportar o botijão.
Com base nas características físicas observadas nas imagens e em informações já conhecidas pelas equipes de patrulhamento, os policiais se deslocaram até a residência dos suspeitos. No local, a mulher permitiu a entrada dos agentes, que localizaram o homem escondido nos fundos do imóvel.
Durante a abordagem, uma segunda vítima compareceu ao local e relatou que sua residência havia sido alvo de furto meses antes. Ao vistoriar o interior do imóvel, os policiais encontraram diversos eletrodomésticos e utensílios domésticos, como televisão, batedeira, espremedor de frutas e panela elétrica, que foram prontamente reconhecidos pela vítima como sendo de sua propriedade.
Ainda durante a ocorrência, o homem admitiu ter furtado o botijão de gás e indicou o local onde o objeto havia sido vendido. A equipe policial conseguiu recuperar o bem em outro endereço, onde o comprador alegou ter adquirido o item sem saber que se tratava de produto de crime.
Os objetos apreendidos foram devolvidos às vítimas, e o casal foi conduzido ao plantão policial. Após a análise das provas, depoimentos e confissões parciais, a autoridade policial entendeu estarem presentes os requisitos legais para a prisão em flagrante pelo crime de furto qualificado, praticado mediante concurso de pessoas.
Diante do histórico criminal dos envolvidos e da reiteração delitiva, foi representada a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, sob o entendimento de que outras medidas cautelares seriam insuficientes para garantir a ordem pública.
O caso segue agora à disposição da Justiça.

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