terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Escola Dona Maria de Carvalho Filho apresenta modelo Cívico-Militar à comunidade em Iê


foto: Mivaldo Rodrigue

por: Mivaldo Rodrigues/Venceslau FM 100.5

A Escola Estadual Dona Maria de Carvalho Filho, localizada no distrito de Iê, realizou nesta semana a apresentação do modelo Escola Cívico-Militar à comunidade escolar e aos familiares dos alunos. A unidade é, até o momento, a única da Regional de Ensino de Santo Anastácio a aderir ao programa.
O encontro contou com a presença da diretora regional de ensino, Geralda Helenice Augusta Rocha , que explicou como foi o processo de adesão e o que representa a implantação desse novo modelo educacional no Oeste Paulista, na região de Presidente Prudente.
Segundo Elenice, a Secretaria da Educação não abriu o programa para todas as escolas da rede. Algumas regionais maiores tiveram mais de uma unidade contemplada, enquanto a Regional de Santo Anastácio teve direito, inicialmente, a apenas uma escola.
“Houve resistências no início, mas o processo avançou e hoje estamos felizes por iniciar um novo modelo, um novo programa educacional aqui na regional”, destacou.
O que muda com o modelo Cívico-Militar
Uma das principais dúvidas de pais e responsáveis diz respeito à presença do termo “militar” no nome do programa. De acordo com a diretora regional, a gestão pedagógica permanece totalmente sob responsabilidade da Secretaria da Educação, com diretores, coordenadores e professores.
A atuação dos militares está voltada principalmente para disciplina, organização, formação ética e moral dos alunos, sem interferência no conteúdo pedagógico.
“O militar não entra em sala de aula para dar aulas. Ele atua na orientação sobre comportamento, respeito, convivência em espaços públicos, cidadania, direitos e deveres”, explicou Elenice.
Apoio dos pais é fundamental
A diretora regional reforçou ainda que o apoio dos pais e responsáveis é essencial para o sucesso do programa, destacando que a implantação do modelo depende diretamente da aceitação da comunidade escolar.
“Sem o apoio das famílias, o modelo não é implantado. Por isso, esse diálogo com a comunidade é fundamental”, concluiu.
A apresentação marcou o início oficial da implantação do modelo Escola Cívico-Militar na unidade, que passa agora a integrar o programa de forma experimental na região.

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