domingo, 19 de abril de 2026

Homem é preso em flagrante por tráfico de drogas após briga em "almoço comunitário" em Presidente Prudente


Uma ocorrência de desinteligência entre vizinhos terminou com a prisão de um homem por tráfico de drogas na noite deste domingo (19), no bairro Parque Residencial Francisco Belo Galindo. A Polícia Militar foi acionada via Copom para intervir em uma briga que, segundo informações iniciais, seria motivada por uma dívida de entorpecentes.
Ao chegarem ao local, os policiais abordaram dois indivíduos em frente a uma residência. O proprietário do imóvel negou qualquer conflito relacionado a drogas, alegando que realizava um almoço comunitário e que a confusão envolvia apenas um casal de convidados. Ele autorizou voluntariamente a entrada da equipe para buscas na casa.
Apreensão e Flagrante
Durante a vistoria no interior do imóvel, os policiais localizaram, sobre a cama de um dos quartos, uma sacola contendo uma pedra de crack de aproximadamente 219 gramas, uma balança de precisão e uma faca de cozinha. Além do entorpecente, foram apreendidos mais de R$ 1.100,00 em dinheiro espécie, escondidos em um guarda-roupa, e dois aparelhos celulares.
O proprietário alegou desconhecer a origem do material ilícito, sugerindo que alguém poderia ter "plantado" a droga em sua casa devido ao grande fluxo de pessoas durante o evento social. No entanto, a polícia informou que já existiam denúncias anônimas apontando o local como um ponto de venda de drogas.
Encaminhamento
O homem foi conduzido à Delegacia Seccional de Presidente Prudente, onde a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante por tráfico de entorpecentes. Um segundo indivíduo, que alegou estar no local apenas para realizar um serviço de limpeza, foi ouvido como investigado e liberado por falta de provas suficientes de sua participação no crime, embora estivesse em liberdade condicional há menos de dois meses.
O suspeito detido, que já possui antecedentes criminais por tráfico, furto e receptação, permaneceu à disposição da Justiça. A Polícia Civil também representou pela quebra de sigilo dos dados dos celulares apreendidos para dar continuidade às investigações.

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