terça-feira, 12 de maio de 2026

Fim da piracema aquece mercado de iscas vivas no interior de São Paulo

 


foto:Divulgação

O fim da piracema, período de reprodução dos peixes em que a pesca sofre restrições, voltou a movimentar o mercado de iscas vivas no interior paulista. Com a retomada da temporada de pesca, produtores registram aumento nas vendas e enxergam na atividade uma importante fonte de renda.

Na região de Mirassol, produtores apostam na criação da minhoca gigante africana, utilizada como isca em pesqueiros e rios. A produção chega a cerca de 700 litros por semana, abastecendo lojas especializadas em diferentes cidades do estado. As minhocas são criadas em galpões e alimentadas com resíduos da cana-de-açúcar.

Já em José Bonifácio, criadores de lambaris comemoram a alta procura após o término da piracema. Segundo a reportagem exibida no programa “Nosso Campo”, um casal chegou a comercializar cerca de um milhão de peixes em apenas dois meses. Os lambaris maiores, conhecidos como “GG”, estão entre os mais procurados pelos pescadores.

A movimentação também beneficia lojas de pesca e estabelecimentos especializados em iscas vivas, que registram aumento na procura principalmente por minhocas e lambaris, considerados eficientes para diferentes modalidades de pesca.

O aquecimento do setor mostra como a pesca esportiva e recreativa continua movimentando a economia rural em várias regiões do interior de São Paulo, gerando renda para pequenos produtores e comerciantes ligados à atividade.

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