A Polícia Civil realizou, nesta segunda-feira (28), a deflagração da Operação Apáte, com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de estelionato estruturado nos moldes de pirâmide financeira.
A ação foi coordenada pela Delegacia de Polícia de Pirapozinho e integra uma investigação que apura prejuízos causados a diversas vítimas.
O nome da operação faz referência à palavra grega apáte (apátē), associada à figura mitológica Apate, que simboliza o engano, a mentira e a fraude — elementos que, segundo a polícia, refletem a dinâmica do esquema investigado.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de Pirapozinho e Cascavel.
Como resultado, um aparelho celular foi apreendido e será analisado para auxiliar no avanço das investigações.
De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos atuavam captando recursos financeiros por meio de promessas de altos rendimentos, consideradas irreais, prática comum em esquemas de pirâmide.
As vítimas eram induzidas a realizar investimentos sob garantias enganosas de lucro, enquanto os investigados atuavam como intermediadores na formalização dos contratos.
Apesar das diligências, não houve prisões nesta fase da investigação. O foco da operação, segundo a polícia, é reunir provas que possam fortalecer o inquérito e subsidiar futuras medidas judiciais.
A Polícia Civil reforça o alerta à população sobre esse tipo de golpe, orientando que investidores desconfiem de promessas de retorno rápido e elevado, e que sempre verifiquem a credibilidade de empresas e propostas antes de aplicar recursos financeiros.
As investigações seguem em andamento.
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