quinta-feira, 9 de julho de 2026

Bryan Johnson revela diagnóstico de gastrite autoimune durante busca por rejuvenescimento

 


Foto: Reprodução/Instagram Por
Fernando Moreira

Conhecido mundialmente por investir milhões de dólares em tratamentos e protocolos para retardar o envelhecimento, o empresário e biohacker americano Bryan Johnson revelou que foi diagnosticado com gastrite autoimune, uma doença crônica em que o sistema imunológico passa a atacar as células do próprio estômago.

Ao comentar o diagnóstico, Johnson afirmou que a condição faz com que seu "estômago devore a si mesmo", descrevendo o impacto da doença sobre o órgão. Apesar de não haver cura definitiva para a enfermidade, ele disse que continuará buscando alternativas para controlar o problema e preservar sua saúde.

O empresário ganhou notoriedade nos últimos anos por liderar o projeto Blueprint, iniciativa que reúne uma rotina rigorosa de alimentação, exercícios físicos, exames frequentes e acompanhamento médico com o objetivo de reduzir sua idade biológica. Estima-se que ele invista milhões de dólares por ano em protocolos voltados ao envelhecimento saudável.

O que é a gastrite autoimune?

A gastrite autoimune é uma doença em que o sistema imunológico ataca a mucosa do estômago, provocando inflamação crônica e perda gradual das células responsáveis pela produção de ácido gástrico e do fator intrínseco, substância essencial para a absorção da vitamina B12.

Com a evolução da doença, o paciente pode desenvolver deficiência de vitamina B12, anemia, alterações digestivas e outras complicações, exigindo acompanhamento médico contínuo e tratamento para controlar os sintomas e prevenir consequências mais graves.

Caso chama atenção nas redes sociais

A revelação do diagnóstico repercutiu entre seguidores de Bryan Johnson porque contrasta com sua imagem de referência em longevidade e saúde. O empresário costuma compartilhar detalhes de sua rotina e dos experimentos que realiza para tentar desacelerar o envelhecimento, tornando-se uma das figuras mais conhecidas do movimento de biohacking.

O episódio também reforça que, mesmo com acesso a tecnologia, monitoramento constante e investimentos elevados em saúde, doenças autoimunes podem surgir e exigem diagnóstico e acompanhamento especializados.

Fonte: Reportagem publicada pelo Extra (Grupo Globo).

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