Foto: REUTERS/Hannah Mckay
O mundo tem uma nova campeã... ou melhor, uma velha conhecida no topo do futebol mundial.
A Espanha conquistou neste domingo o bicampeonato da Copa do Mundo ao vencer a Argentina por um a zero, na prorrogação, em uma final emocionante disputada diante de um estádio completamente lotado.
Depois de noventa minutos de muito equilíbrio, o gol do título saiu aos dezesseis minutos do primeiro tempo da prorrogação. Em uma bela jogada pela direita, Pedro Porro cruzou para Nico Williams, que escorou de cabeça. A bola encontrou Ferran Torres, que finalizou de primeira para marcar o gol que garantiu o segundo título mundial da história da seleção espanhola.
A Espanha repetiu a conquista de 2010 e encerrou uma campanha praticamente perfeita. A equipe terminou o Mundial invicta, apresentou um futebol consistente, sofreu apenas um gol durante toda a competição e confirmou o favoritismo na grande decisão.
Além da taça, a Fúria também dominou a premiação individual da Copa.
O volante Rodri foi eleito o melhor jogador da competição e recebeu a Bola de Ouro.
O goleiro Unai Simón conquistou a Luva de Ouro, prêmio destinado ao melhor goleiro do Mundial.
Já o jovem zagueiro Pau Cubarsí foi escolhido como a grande revelação da Copa e recebeu o prêmio de Melhor Jogador Jovem.
A Chuteira de Ouro ficou com o francês Kylian Mbappé, que terminou o Mundial como artilheiro, com dez gols marcados.
Pelo lado argentino, ficou o sentimento de frustração. A equipe buscava o bicampeonato consecutivo, mas encontrou uma Espanha organizada, eficiente e superior nos momentos decisivos da partida.
Depois do apito final, outro assunto dominou as redes sociais e os programas esportivos ao redor do mundo.
Durante a cerimônia de premiação, parte dos jogadores argentinos deixou o gramado antes da entrega da taça aos campeões e não permaneceu para acompanhar a festa da seleção espanhola.
A atitude gerou muitas críticas de torcedores, jornalistas e ex-jogadores, que defenderam que o respeito ao adversário e o reconhecimento da conquista fazem parte do espírito esportivo, principalmente em uma final de Copa do Mundo. Outros, porém, lembraram que o momento era de profunda decepção para os atletas argentinos e que reações semelhantes já aconteceram em outras grandes decisões.
Independentemente da repercussão fora das quatro linhas, a noite foi inteiramente espanhola.
Com talento, organização e um futebol de alto nível durante toda a competição, a Espanha escreveu mais um capítulo de sua história e voltou ao lugar mais alto do futebol mundial.
Espanha, bicampeã da Copa do Mundo de 2026.
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