Dados de diferentes levantamentos mostram o desempenho do estado em indicadores como geração de empregos formais, renda, crescimento econômico, desenvolvimento humano, infraestrutura rodoviária e ambiente de negócios
O estado de São Paulo concentra 30% dos trabalhadores com carteira assinada do país, respondeu por 25% das vagas formais criadas no Brasil em 2025 e registrou, no mesmo período, a menor taxa anual de desemprego em 13 anos (5%). O desempenho também se reflete na renda, com o maior salário médio de admissão do país (R$ 2.597,14 em 2025), no crescimento da economia, com avanço de 1,8% do PIB paulista no primeiro trimestre de 2026, e no recorde de abertura de empresas e de exportadoras.
Os resultados acompanham a implementação do SP na Direção Certa, conjunto de medidas adotadas pelo Governo de São Paulo desde 2023 para modernizar a administração pública, ampliar a eficiência dos gastos, fortalecer a responsabilidade fiscal e aumentar a capacidade de investimento do Estado. A iniciativa reúne ações de modernização administrativa, desburocratização, expansão dos serviços digitais, concessões, parcerias público-privadas, desestatizações e atração de investimentos.
O cenário contribuiu para indicadores que colocam São Paulo na liderança nacional em geração de empregos formais, rendimento do trabalho, abertura de empresas exportadoras, qualidade da infraestrutura rodoviária e desenvolvimento humano. A seguir, veja os principais resultados alcançados pelo estado nos diferentes indicadores econômicos e sociais.
Liderança na criação de empregos e menor taxa de desemprego em 13 anos
O estado de São Paulo lidera o mercado de trabalho no país. Em 2025, foram criadas mais de 300 mil vagas com carteira assinada, de acordo com dados do Caged, cadastro do governo federal que mede o emprego formal. O número equivale a quase 25% do total de vagas geradas no país, consolidando São Paulo como a unidade da Federação como o grande gerador de emprego. O setor de Serviços foi o que mais gerou vagas formais em 2025 no estado – foram quase 185 mil postos criados (60% do total).
Só nos cinco primeiros meses deste ano, SP gerou mais de 215 mil oportunidades de emprego com carteira assinada, o equivalente a quase 1,5 mil vagas por dia e 28% do total do país.
O estado de São Paulo registrou ainda a menor taxa anual de desemprego em 13 anos em 2025: 5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, o desemprego paulista foi menor que a média nacional, que ficou em 5,6% no ano passado.
Além disso, a taxa anual de informalidade de 29% da população ocupada em São Paulo foi bem menor que o índice nacional de 38,1%.
No quarto trimestre de 2025, o total de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado em São Paulo foi o maior entre todas as unidades da Federação: 11,593 milhões de pessoas. No país, o total ficou em 39,409 milhões. Assim, o estado responde por 30% do total de trabalhadores com carteira assinada. Além disso, o percentual de empregados com carteira assinada chegou a 82% dos trabalhadores do setor privado no estado. No Brasil, o índice geral ficou em 74%.
Já o total de pessoas ocupadas (incluindo trabalhadores do setor privado e público com e sem carteira assinada, domésticos, informais e por conta própria com CNPJ) foi de 24,576 milhões no estado, maior número em toda a série histórica desde 2012. No país, eram 102,998 milhões, ou seja, SP responde por 24% do total.
PIB acima da média nacional
O PIB paulista avançou 1,8% no 1º trimestre de 2026 em comparação com os últimos três meses de 2025, acima do registrado no Brasil (1,1%), segundo a Fundação Seade. O PIB mede o tamanho da economia de um território. O indicador representa o valor de todos os bens e serviços produzidos em determinado período.
O estado de São Paulo responde por quase 48% do volume total de Serviços prestados no Brasil. Como o PIB nacional é puxado pelo setor, o estado é o grande motor do crescimento da economia do país, exercendo o maior impacto positivo em Serviços entre todas as unidades da Federação.
Renda recorde
Em termos de geração de renda, o estado de São Paulo é o que melhor paga seus trabalhadores.
Em maio, São Paulo teve o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.673,15, 12% maior que do Brasil (R$ 2.384,10), segundo o Caged.
A valorização dos trabalhadores paulistas é impactada por fatores como o salário mínimo paulista fixado pelo Governo de São Paulo para o estado, que alcança quase 50% de valorização em quatro anos de gestão com o valor fixado em R$ 1.874 em 2026. Assim, o salário mínimo paulista garante desempenho melhor que o nacional, que teve aumento nominal de 33,7% no mesmo intervalo.
O valor do salário mínimo paulista é 15,6% maior em relação ao atual piso nacional, que é de R$ 1.621. A diferença de R$ 253 representa um diferencial que reflete o impacto positivo da política paulista de proteção à renda.
O estado de São Paulo teve também o maior salário médio de admissão do país em 2025: R$ 2.597,14, 13% maior que do Brasil (R$ 2.294,62).
Em relação ao rendimento médio real habitual calculado pelo IBGE, enquanto no Brasil foi de R$ 3.560 em 2025, no estado de São Paulo ficou em R$ 4.190. Já no último trimestre de 2025, o rendimento médio em SP ficou em R$ 4.324, também maior que a média do país (R$ 3.613).
Já o rendimento domiciliar per capita do estado de São Paulo dobrou em 11 anos, de acordo com o IBGE. A pesquisa avalia a soma dos rendimentos mensais de cada morador de um domicílio. Em São Paulo, o valor ficou em R$ 2.956 em 2025, maior que do país (R$ 2.316). A diferença do estado de SP para o Brasil é de R$ 640 (28% maior).
O rendimento domiciliar per capita é calculado levando em conta o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores. Nesse cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes. Todos os moradores são considerados no cálculo, inclusive os moradores classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.
Avanço no número de empresas
O estado de São Paulo alcançou 13.268 empresas exportadoras em 2025, maior número já registrado em 15 anos, de acordo com o Relatório Anual de Comércio Exterior por Porte de Empresas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O número representa quase 45% do total do país (29.818). O resultado reforça a posição do estado como principal polo exportador do Brasil.
O avanço foi registrado em todos os portes empresariais, o que evidencia um ambiente de negócios favorável à internacionalização.
Entre as microempresas e MEIs, o número de exportadoras passou de 2.240 para 2.312 - 37,5% do total de 6.167. Já entre as pequenas empresas, o total subiu de 2.425 para 2.484 (44% do total de 5.655). As médias e grandes empresas, que concentram o maior volume de exportações, passaram de 8.200 para 8.472 - 48% do total de 17.764.
Os números refletem o fortalecimento da base exportadora paulista e a ampliação das oportunidades para empresas de diferentes setores e portes acessarem o mercado internacional.
Já o número de novas empresas criadas no estado de São Paulo bateu recorde ano a ano desde 2023. O total até fevereiro deste ano chega a 1,9 milhão de novos negócios, quase 14% do total no país. Os números são da Fundação Seade.
Maior patamar de desenvolvimento humano
O estado de São Paulo atingiu o maior patamar de desenvolvimento humano em 2024, segundo relatório Radar IDHM, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O índice foi o maior desde o início da série histórica, em 2012.
O IDHM de SP foi de 0,838, maior que o do Brasil, que ficou em 0,805, o que fez com que o país ingressasse pela primeira vez no grupo de países com muito alto desenvolvimento humano, faixa mais alta de classificação.
O estado de São Paulo figurou na classificação “muito alto desenvolvimento humano” tanto no índice geral quanto nos de longevidade, educação e renda. Além disso, SP supera a média nacional em todas as dimensões pesquisadas em 2024.
Portanto, o crescimento do índice no estado de São Paulo reflete o resultado de políticas públicas consistentes nas áreas de educação, saúde e geração de renda.
O Governo de São Paulo ampliou desde 2023 o acesso da população a serviços de saúde, educação e inclusão de renda. A atual gestão fortaleceu os atendimentos nas cidades com repasses da Tabela SUS Paulista.
A rede estadual de ensino de São Paulo registrou avanços em diferentes frentes da política educacional, incluindo desempenho de estudantes, expansão do ensino técnico, recomposição do quadro docente e investimentos em infraestrutura escolar.
Para combater a pobreza, o Governo de São Paulo lançou a maior política pública da história do estado, o Superação SP, que avança no fortalecimento social dos municípios e no reforço da presença de agentes dando suporte às famílias em regiões de baixa renda.
Melhor qualidade de vida
O estado de São Paulo tem 14 dos 20 municípios com a melhor qualidade de vida do Brasil, de acordo com relatório do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2025. Além disso, as cinco primeiras cidades melhor colocadas no ranking são do estado de São Paulo. A cidade de Gavião Peixoto ficou em primeiro lugar no ranking nacional dos 5.570 municípios, com nota 73,26 em uma escala que vai de 0 a 100.
O IPS Brasil é feito com base em três dimensões: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades, que totalizam 57 indicadores para responder às questões: As necessidades essenciais estão sendo atendidas? As condições para o bem-estar estão garantidas? Existem oportunidades para todos alcançarem seu máximo potencial?
Melhores rodovias do país
O estado de São Paulo concentra 14 das 20 rodovias classificadas como ótimas ou boas no Brasil, segundo a edição mais recente da Pesquisa de Rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT), sendo 11 delas administradas por concessionárias. O levantamento coloca São Paulo na liderança nacional em qualidade da malha viária, à frente de outros estados com extensas redes rodoviárias.
Entre os destaques do ranking estão trechos de rodovias estratégicas como a SP-270 (Raposo Tavares), a SP-348 (Bandeirantes), a SP-070 (Ayrton Senna/Carvalho Pinto), a SP-021 (Rodoanel) e a SP-300 (Marechal Rondon). Essas vias aparecem entre as melhores do país e estão diretamente conectadas a projetos estruturantes conduzidos pela Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI).
A metodologia da CNT considera três critérios principais: pavimento, sinalização e geometria da via, avaliando itens como condições do asfalto, qualidade da sinalização, existência de acostamentos, curvas, pontes e dispositivos de segurança.
Parte dos trechos melhor avaliados está associada a contratos de concessão rodoviária, modelo que concentra investimentos em manutenção, ampliação de capacidade e segurança viária. O desempenho paulista no ranking da CNT é reflexo de uma política pública contínua e consistente, baseada em concessões modernas, contratos bem regulados, metas claras de qualidade e acompanhamento permanente do poder público.
Ao priorizar investimentos robustos na malha rodoviária, o Governo de São Paulo fortalece a infraestrutura como motor do desenvolvimento econômico e social, com impacto direto na segurança viária, na geração de empregos, no desenvolvimento regional e na competitividade da economia.
O reconhecimento nacional se traduz, na prática, em estradas melhor avaliadas, viagens mais seguras e rápidas e mais qualidade de vida para milhões de pessoas que utilizam diariamente as rodovias paulistas.
SP na Direção Certa
O plano São Paulo Na Direção Certa reúne um conjunto de medidas voltadas à modernização da gestão pública, com foco na eficiência do gasto, responsabilidade fiscal e ampliação dos investimentos. A iniciativa inclui ações como a reestruturação de órgãos e agências reguladoras, revisão de benefícios fiscais, alienação de ativos, racionalização de despesas e modernização de sistemas administrativos, com destaque para a renegociação da dívida com a União e melhorias nos processos de compras públicas.
Na prática, o plano vem consolidando um ambiente mais favorável a investimentos, impulsionando o crescimento econômico e a geração de empregos. A gestão eficiente permitiu avanços em áreas como infraestrutura, saúde, mobilidade e desenvolvimento urbano, além de ganhos fiscais que viabilizam a continuidade de políticas públicas essenciais. O Estado também tem se destacado em discussões nacionais, como a reforma tributária, demonstrando que é possível conciliar responsabilidade fiscal com desenvolvimento econômico e social.
Nenhum comentário:
Postar um comentário