A Polícia Civil prendeu em flagrante, na manhã desta segunda-feira (10), um homem de 39 anos suspeito de tráfico de drogas em uma residência no Conjunto Habitacional João Domingos Netto, em Presidente Prudente.
A ação foi realizada por policiais da 2ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), da DEIC-8 de Presidente Prudente, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça.
Segundo a investigação, o suspeito já havia sido preso pela mesma unidade especializada em abril deste ano, também por envolvimento com o tráfico. Na ocasião, foram apreendidas porções de crack, maconha e haxixe, além de R$ 9.086 em dinheiro.
Após obter liberdade, a Polícia Civil recebeu novas denúncias de que o investigado teria retomado a comercialização de entorpecentes no mesmo endereço. Durante as diligências, os policiais identificaram intensa movimentação de pessoas no imóvel, considerada compatível com a atividade de tráfico.
Durante o cumprimento do mandado nesta segunda-feira, o suspeito teria tentado se desfazer de uma pedra bruta de crack ao perceber a chegada das equipes policiais.
Nas buscas realizadas no imóvel, foram encontradas diversas porções de crack e maconha, parte delas já fracionada e pronta para a venda, além de dinheiro em espécie.
Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 125 gramas de crack, 22,7 gramas de maconha e R$ 690 em dinheiro, além de outros objetos considerados de interesse para a investigação.
De acordo com a Polícia Civil, a quantidade de crack apreendida poderia ser transformada em centenas de porções destinadas à comercialização.
Diante dos elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. Entre os argumentos apresentados está a suposta reiteração criminosa, já que o investigado teria voltado a praticar o mesmo delito poucos meses depois de ter sido preso pela primeira vez.
A investigação também apontou que o imóvel utilizado como suposto ponto de venda de drogas fica nas proximidades de uma escola municipal e de uma unidade de saúde. Segundo a Polícia Civil, essa circunstância poderá ser considerada para eventual aplicação de causa especial de aumento de pena prevista na legislação sobre drogas.
O caso permanece sob investigação e será analisado pelo Poder Judiciário.

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