terça-feira, 1 de julho de 2025

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Brasileiras estão tendo menos filhos e adiando a maternidade, confirma Censo Demográfico

Taxa de fecundidade cai para 1,55 filho por mulher no Brasil 

Por Agência Brasil — brasília


 Foto: Divulgação/Agência Gov


As brasileiras estão tendo menos filhos e adiando a maternidade. É o que apontam os dados do Censo Demográfico de 2022, divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a pesquisa, são consideradas mulheres de 15 a 49 anos.

A média de filhos por mulher em idade reprodutiva no Brasil, chamada de taxa de fecundidade total, caiu para 1,55 em 2022. De acordo com o IBGE, a taxa de fecundidade das brasileiras vem decrescendo desde a década de 1960. Em 1960, por exemplo, era de 6,28 filhos por mulher. Essa média caiu para 5,76 em 1970, para 4,35 em 1980, para 2,89 em 1991 e para 2,38 em 2000. Em 2010, a taxa era de 1,90 filhos por mulher.

Desde 2010, a taxa de fecundidade brasileira está abaixo da chamada taxa de reposição populacional, ou seja, da média de filhos por mulher necessária para manter a população estável, que é de 2,1. As informações são da Agência Brasil.

“A componente de fecundidade é muito importante para analisar a evolução demográfica de uma população. O ritmo de crescimento, as transformações na pirâmide etária e o envelhecimento populacional estão diretamente relacionados ao número de nascimentos”, explica a pesquisadora do IBGE Marla Barroso.

Segundo ela, a transição da fecundidade no Brasil foi iniciada na década de 60 nas unidades da federação economicamente mais desenvolvidas da região Sudeste, em grupos com maior nível educacional e nas áreas urbanas. “Nas décadas seguintes, foi se alastrando por todo o Brasil”, explica.

Na Região Sudeste, a taxa de fecundidade saiu de 6,34 filhos por mulher em 1960, passou para 4,56 em 1970, caiu para 3,45 em 1980, atingiu o nível de reposição populacional em 2000 (2,1 filhos por mulher). Em 2022, ficou em 1,41, o menor do país. “Para as outras regiões do Brasil, a queda se intensificou a partir ali da década de 70”, explica Marla.

Na Região Sul, que tinha a menor taxa de fecundidade em 1960 (5,89 filhos por mulher), a principal queda ocorreu de 1970 (5,42) para 1991 (2,51). Em 2022, a taxa ficou em 1,50, também abaixo da média nacional.

No Centro-Oeste, que tinha taxa de 6,74 em 1960, a tendência de queda foi semelhante à da região Sul, ao apresentar o principal recuo de 1970 (6,42) para 1991 (2,69). Em 2022, a taxa era de 1,64.

As regiões Norte e Nordeste também apresentaram quedas consideráveis de 1970 para 1991. Mas, em 1980, ainda tinham taxas de fecundidade acima de 6 filhos por mulher. No Norte, a taxa passou de 8,56 em 1960 para 8,15 em 1970 e para 6,45 em 1980. Em 2010, aproximou-se da taxa de reposição ao atingir 2,47. Em 2022, ficou em 1,89, a mais alta do país.

O Nordeste foi a única região a apresentar alta de 1960 (7,39 filhos por mulher) para 1970 (7,53). Em 1980, a taxa começou a recuar, passando para 6,13. Em 2000, o indicador se aproximou da taxa de reposição, ao ficar em 2,69. Em 2022, ficou em 1,60, abaixo do Centro-Oeste.

Entre os estados, Roraima é o único com taxa acima da reposição populacional: 2,19 filhos por mulher. Na sequência aparecem Amazonas (2,08) e Acre (1,90). Entre aqueles com menores taxas, destacam-se o Rio de Janeiro (1,35), Distrito Federal (1,38) e São Paulo (1,39).

A pesquisa não apenas observou a continuidade da queda da taxa de fecundidade, como também revela que as mulheres estão tendo filhos com idades mais avançadas. A idade média da fecundidade no Brasil passou de 26,3 anos em 2000 para 28,1 em 2022. A tendência foi observada em todas as regiões.

Em 2022, o Norte apresentou a menor idade (27 anos), enquanto o Sudeste e o Sul mostram as maiores (28,7 anos). Entre as unidades da federação, a idade média de fecundidade mais alta foi a do Distrito Federal (29,3 anos) e a mais baixa, do Pará (26,8 anos).

O levantamento aponta ainda que cresce o grupo daquelas que chegam ao fim da idade reprodutiva sem filhos. O percentual de mulheres com 50 a 59 anos que não tiveram filhos nascidos vivos, segue em alta. Em 2000 era 10%, passou para 11,8% em 2010 e apresentou um aumento ainda mais expressivo em 2022, chegando a 16,1%. No Norte, o percentual passou de 6,1% para 13,9%. No Sudeste, subiu de 11% para 18%.

Entre as unidades da federação, o Rio de Janeiro tinha, em 2022, o maior percentual (21%) de mulheres sem filhos e Tocantins, o menor (11,8%).

De acordo com os dados do Censo, entre as religiões, as evangélicas são as que apresentam maior taxa de fecundidade – 1,74 filhos por mulher, acima da média nacional. Os menores índices foram encontrados entre as mulheres espíritas (1,01) e as seguidoras da umbanda e candomblé (1,25). As mulheres de outras religiosidades (1,39), sem religião (1,47) e as católicas (1,49) tiveram taxas abaixo da média nacional.

Segundo o pesquisador do IBGE Marcio Minamiguchi, não é possível, apenas com base nos dados do Censo 2022, afirmar os motivos que levam a essas diferenças das taxas de fecundidade entre as seguidoras das religiões.

Segundo o pesquisador do IBGE Marcio Minamiguchi, não é possível, apenas com base nos dados do Censo 2022, afirmar os motivos que levam a essas diferenças das taxas de fecundidade entre as seguidoras das religiões.

Em relação ao recorte racial, as mulheres amarelas (de origem asiática) têm menor taxa de fecundidade (1,2 filhos por mulher), seguidas pelas brancas (1,4). As pretas e pardas têm taxas acima da média nacional: 1,6 e 1,7, respectivamente. As indígenas ainda estão acima da taxa de reposição, com 2,8 filhos por mulher.

A idade média da fecundidade subiu entre todos os grupos, sendo de 29 anos para as brancas, 27,8 entre as pretas e 27,6 entre as pardas.

O Censo 2022 mostrou que o aumento da escolarização tem relação com a queda da taxa de fecundidade. Segundo os dados da pesquisa, as mulheres sem instrução ou com ensino fundamental incompleto têm, em média, 2,01 filhos, enquanto aquelas com ensino superior apresentam uma taxa de 1,19.

As demais faixas de escolaridade apresentam as seguintes taxas: ensino fundamental completou ou médio incompleto, com 1,89 filhos por mulher, e ensino médio completo ou superior incompleto com taxa de 1,42.

“A mulher com mais escolaridade, com mais informação, sabe melhor onde procurar métodos contraceptivos, se assim quiser. Ela vai saber fazer suas escolhas de uma forma melhor”, explica a gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE, Izabel Marri.

Em 2022, a idade média de fecundidade das mulheres sem instrução ou com ensino fundamental incompleto foi de 26,7 anos. Já a idade média para aquelas com nível superior completo foi de 30,7 anos.

fonte:https://extra.globo.com/


Lojão do Amigo Bonfim

 

Eletro Força Ferramentas


 

Reajuste de 5,32% em pedágios da SP-270 entra em vigor na próxima terça


Foto: Arquivo

Valores na região de Prudente variam de R$ 10,30 a R$ 13,70 para veículos de passeio e comerciais por eixo e de R$ 5,15 a R$ 6,85 para motocicletas

 REGIÃO - DA REDAÇÃO de O Imparcial de Presidente Prudente

Foto: Arquivo

A partir de hoje, dia 1º, entram em vigor as novas tarifas de pedágio praticadas em quatro praças sob concessão da Cart (Concessionária Auto Raposo Tavares) na região de Presidente Prudente. O reajuste de 5,32%, homologado pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e publicado no Diário Oficial do Estado em 24 de junho, tem base no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Os preços nas praças localizadas em Caiuá, Presidente Bernardes, Rancharia e Regente Feijó variam de R$ 10,30 a R$ 13,70 para veículos de passeio e comerciais por eixo e de R$ 5,15 a R$ 6,85 para motocicletas.

Segundo a Cart, "as tarifas são essenciais para garantir os investimentos em manutenção, conservação, segurança viária e melhorias no corredor, que conecta importantes polos produtivos do Estado de São Paulo".

Fonte: Diário Oficial do Estado

Fluminense vence a Inter de Milão e avança às quartas da Copa do Mundo de Clubes


(Foto: Grant Halverson - FIFA/FIFA via Getty Images)

Cano e Hércules marcam os gols da partida em Charlotte; adversário sairá de City x Al-Hilal
O Fluminense está nas quartas de final da Copa do Mundo de Clubes! Com gols de Cano e Hércules, o Tricolor venceu a Inter de Milão nesta segunda-feira, por 2 a 0, e carimbou o avanço no mata-mata do torneio. Os comandados de Renato Gaúcho agora aguardam o vencedor de Manchester City x Al-Hilal!
O Fluminense precisou de pouco tempo para abrir o placar sobre a Inter. Com dois minutos, Arias recebeu de Martinelli, avançou pela direita e cruzou. A bola desviou em Bastoni, e Cano - que completou hoje 200 jogos pelo Tricolor - aproveitou a chance para fazer o primeiro gol da partida.
Os cariocas ainda perderam a chance de ampliar com Samuel Xavier, que chutou rente à meta de Sommer. Ignácio chegou a marcar o segundo após jogada com três toques da cabeça na área, mas o lance foi anulado por impedimento do zagueiro.
A Inter teve suas melhores chances com bolas longas nas costas da defesa. Em um dos lances de maior perigo para os italianos, Mkhitaryan recebeu na área pela esquerda e passou para Dimarco, mas Fábio espalmou. Antes do fim do primeiro tempo, houve breve confusão entre Renato Gaúcho e Mkhitaryan.
O Fluminense aproveitou a classificação para provocar os rivais cariocas Botafogo e Flamengo, ambos eliminados da Copa no último fim de semana.
Com o avanço às quartas de final, o Fluminense garantiu mais R$ 71 milhões em premiações na Copa do Mundo.

Al-Hilal choca o mundo, tira Manchester City e vai enfrentar o Fluminense nas quartas da Copa de Clubes


(Foto: Megan Briggs/Getty Images)

Em jogo de sete gols, time de Simone Inzaghi derrota equipe comandada por Pep Guardiola e avança no torneio
O Al-Hilal venceu o Manchester City por 4 a 3 em um jogo insano em Orlando, na Flórida. A partida teve muitas reviravoltas e, na prorrogação, o time comandado por Simone Inzaghi derrotou a equipe de Pep Guardiola e avançou às quartas de final da Copa do Mundo de Clubes. Os gols que carimbaram a classificação foram marcados por Marcos Leonardo (2), Malcom e Koulibaly, enquanto os ingleses balançaram as redes com Bernardo Silva, Haaland e Foden.
Agora o clube saudita se prepara para enfrentar o Fluminense na próxima fase. A partida será na sexta-feira, às 16h (de Brasília), valendo vaga na semifinal do torneio.