terça-feira, 30 de dezembro de 2025

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Melhores do ano no futebol brasileiro: trio de ataque jovem é o destaque da temporada

 Kaio Jorge, Vitor Roque e Rayan somaram 66 gols na temporada, acumulando as artilharias de várias competições


Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro; Daniel Duarte/AFP; Matheus Lima/Vasco

Apesar da teoria de que o futebol brasileiro já não produz tantos artilheiros como antigamente, Kaio Jorge, Vitor Roque e Rayan provam na prática que a realidade é diferente. Decisivos em grandes clubes como Cruzeiro, Palmeiras e Vasco, os jovens atacantes infernizaram as defesas adversárias e mostraram que conhecem o caminho das redes: foram 66 gols somados na temporada. Fruto desse protagonismo, eles foram eleitos os melhores jogadores da posição de 2025, segundo votação realizada pela equipe de Esportes do Extra.


Artilheiro do Brasileirão, Kaio Jorge comemorou com o famoso "K" 21 vezes. Além do oportunismo de dentro e fora da área, o jogador também soube deixar os companheiros em uma posição favorável para marcar: foi o vice-líder em assistências (8) do campeonato, ficando atrás apenas de Arrascaeta, do Flamengo (14).

Ao lado de Matheus Pereira, Kaio Jorge formou uma das principais duplas do futebol nacional. O técnico Leonardo Jardim, que anunciou a saída da Raposa no fim do ano, aproveitou a criatividade do meia e o poder de decisão do centroavante para montar um ataque ao seu estilo: veloz e vertical. Apesar não ter sido campeão, o time garantiu a vaga direta na Libertadores com a terceira colocação no Brasileiro e foi semifinalista da Copa do Brasil.

Fazendo jus à fama de homem-gol, Kaio Jorge fez por merecer a sua primeira convocação à seleção brasileira — só havia atuado nas categorias de base. Antes de retornar ao Brasil no meio do ano passado, ele chegou a jogar junto com Cristiano Ronaldo na Juventus, da Itália, mas sofreu com lesões graves e não se encontrou no futebol europeu.

Quem também "bateu e voltou" do Velho Continente é Vitor Roque, que, enfim, retomou a felicidade e a confiança no Palmeiras. Depois de explodir no cenário nacional pelo Athletico, o Tigrinho viveu o sonho de criança no Barcelona, mas sofreu com a pressão de um dos maiores clubes do mundo e a adaptação ao Velho Continente. Após o empréstimo ao Real Betis, ele deu "um passo atrás e dois para frente" ao retornar ao futebol brasileiro.

Assim como Kaio Jorge, Vitor Roque também esteve presente na lista de Ancelotti. Afinal, foram 19 participações diretas — 16 gols e três assistências — no Brasileirão. Sob o comando de Abel Ferreira, ele e Flaco López encaixaram perfeitamente no alviverde em um esquema tático até então “esquecido”: o 4-4-2. Dos 30 gols em 12 jogos que deram ao alviverde o posto de melhor ataque da Libertadores, mais de um terço foi do argentino (7) e do brasileiro (4).

Caçula do jovem trio de atacantes, Rayan viveu sua primeira final aos 19 anos. Foi dele o primeiro gol e o início da jogada do segundo na primeira partida da semifinal da Copa do Brasil, diante do Fluminense, que colocou o Vasco na decisão com o Corinthians.

O título não veio, mas o desempenho de Rayan é uma das melhores notícias da temporada do Vasco. Joia da base, o atacante finalmente deslanchou e ainda parece longe de ter atingido todo o seu potencial.

O jovem marcou 20 gols e deu uma assistência em 57 jogos com a camisa do Vasco nesta temporada. Terminou a Copa do Brasil dividindo a artilharia com Kaio Jorge (5 gols cada um) e marcou outros 14 no Brasileirão, mesmo número de Vegetti, com quem compartilhou o posto de maior goleador vascaíno no torneio e de quem ganhou a concorrência no time de Fernando Diniz. Rayan começou o ano como ponta-direita, mas pouco a pouco mostrou a efetividade atuando centralizado.

fonte:https://extra.globo.com/


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Rodrigo Phavanello fala de projetos no teatro, do casamento com colega de reality e de ensaio nu para revista: 'Divisor de águas

 ' Por Natalia Castro


 Foto: Reprodução/Instagram

Conhecido por novelas como "Alma gêmea" (2005) e "Sete pecados" (2007), Rodrigo Phavanello viveu, há dois anos, uma experiência diferente: protagonizou uma novela em Luanda, na África. Na trama, chamada "Mahinga" (que pode ser traduzida como "Feitiço"), ele interpretou Samuel, um estudioso de assuntos místicos que chega da Bahia.

— É uma novela que aborda o misticismo, assunto pelo qual sou bem interessado. A oportunidade veio através de uma empresária portuguesa que me fez a proposta. Na época, até tive convite para trabalhar no Brasil, mas quis aproveitar a chance. Nosso ritmo é completamente diferente do deles. O processo de gravação lá é bem mais lento, mas, se surgir uma outro papel, eu aceito sem dúvidas. Adoraria trabalhar em Portugal, por exemplo — explica.

Para se dedicar ao trabalho, Phanavello passou nove meses no país. A mulher, Sabrina Paiva, ia visitá-lo nas férias. Desde que retornou para Campinas, onde mora, o ator vem se dedicando ao teatro. Após a pausa de fim de ano, continuará em cartaz com a peça "Casa, comida e alma lavada", comédia sobre os desafios de um casamento de 20 anos, ao lado de Bianca Rinaldi. A reestreia acontece em janeiro, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

— É uma peça bem divertida e leve sobre relacionamentos. Acho que é o espetáculo com mais texto que já tive que decorar, pois é uma DR bem bacana, com a qual o público se identifica bastante — explica ele, que também vai começar a ensaiar uma segunda produção: "Romeu & Romeu", com temática LGBTQIAPN+. — É uma paixão muito bonita que existe entre os dois personagens. Terei cenas mais íntimas com o Julio Oliveira, que é um querido. Não tenho qualquer questão em fazê-las, pois a gente tem que se entregar ao personagem e se deixar levar pelo sentimento dele.

Em breve com dois trabalhos simultâneos, Phavanello conta que já há um tempo vem desacelerando o ritmo de saídas. Durante a semana, gosta de ficar cuidando da casa, dos bichos e do jardim ao lado de Sabrina, com quem está desde 2019. Os dois se conheceram no reality "A fazenda", da Record, e foram eliminados na mesma votação.

— Fui realmente para não ter envolvimento com ninguém, mas a Sabrina me chamou a atenção pelo jeito natural, simples. Criamos uma amizade forte, nos envolvemos. Logo que saímos do programa veio a pandemia, então, saímos do confinamento da fazenda direto para o do apartamento — lembra ele.

É a primeira vez que o ator mora com alguém:

— Eu estava solteiro no Rio de Janeiro, já morando sozinho, naquela de bicho solto, com meus rolos, mas nada sério. Acho que o universo nos uniu no reality. Ela foi o maior presente que ganhei. Nos damos muito bem, temos uma convivência muito tranquila. Quero ser pai e pensamos em ter filhos em breve.

Antes de Sabrina, outro relacionamento do ator ficou bastante conhecido: o namoro com Claudia Jimenez na época da novela "Sete pecados". O envolvimento começou nos bastidores e deu o que falar, já que a atriz, que morreu em 2022, só havia se relacionado com mulheres:

— Foi algo muito especial, eu não esperava. Começou quando ela comentou sobre uma tatuagem minha. Eu respondi, e a gente começou a ter contato, sair pra jantar, conversar sobre a vida. Eu me apaixonei por ela. Eu era muito mais novo, era algo fora dos padrões. Sou intenso, sabia que sofreríamos preconceito, mas estava vivendo a minha verdade. Foi maravilhosa a história com ela. Fui completamente apaixonado.

Aos 49 anos, ele afirma estar animado para a chegada dos 50. Em suas redes sociais, publica esquetes da série #RumoAos50. Phavanello diz não ser vaidoso, mas toma alguns cuidados.

— Eu me sinto um moleque. Mas é claro que o corpo não aguenta mais tanto agito. Antigamente eu chegava das baladas, dormia de madrugada e acordava cedo. Hoje, não dá mais. Eu me cuido, me olho no espelho e acho bacana. Não gosto de malhar, mas dou uma corridas. Há um tempo, fiz transplante capilar porque estava com muitas entradas. Acho que a calvície limita o ator — admite.

fonte:https://oglobo.globo.com/


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