sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

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DIABETES TIPO 2: O QUE É? CAUSAS? O QUE OCORRE?


O Diabetes tipo 2 é uma doença crônica que afeta a forma como o corpo processa o açúcar do sangue (glicose). Uma das principais dúvidas das pessoas que tem esse diagnóstico é: Por que fiquei com diabetes ? O que aconteceu na minha vida que me deixou diabético? Perguntas essas para entender a causa do surgimento do diabetes. Nesse vídeo você verá:
  • O que é o diabetes tipo 2?
  • O que causa o diabetes tipo 2?
  • Quais são os fatores que aumentam o risco de ter diabetes tipo 2?
  • Como é a evolução do diabetes tipo 2 explicando o porque isso ocorre.
Para esclarecer essas e outras dúvidas convidamos o Dr. Marcio Aurélio Silva Pinto, endocrinologista, CRM-112092/SP. Aperte o play e confira! E, se você quiser ver mais vídeos de assuntos relacionados, não deixe de assistir: DIABETES E EXERCÍCIO FÍSICO: COMO FAZER? QUAIS OS CUIDADOS?    • DIABETES E EXERCÍCIO FÍSICO: COMO FAZ...   COMO EVITAR AS COMPLICAÇÕES DO DIABETES?    • COMO EVITAR AS COMPLICAÇÕES DO DIABETES?   ----------------------------------------------------------------- Cuide da sua saúde! Conheça o Aplicativo Ajuda Saúde Acesse: https://www.ajudasaude.com.br/ Ou baixe, sem custo, o aplicativo Ajuda Saúde pelos links abaixo: App Store (Apple) - https://apps.apple.com/br/app/ajuda-s... Google Play (Android) - https://play.google.com/store/apps/de... Inscreva-se no canal: http://bit.ly/1X4m3Vp Vídeos novos toda quarta e quinta, às 11h! Esse é o objetivo do Doutor Ajuda: Educação em Saúde! Um canal que traz informações confiáveis em Saúde e Bem-estar para você se cuidar melhor.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

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Saque-aniversário do FGTS: saldo retido na conta terá crédito automático e em duas etapas para quem foi demitido 

Medida será publicada na sexta-feira, de acordo com Ministério do Trabalho. Poderão ser beneficiados 12,1 milhões de trabalhadores. No total, serão liberados R$ 12 bilhões 

Por Geralda Doca — Brasília

 Foto: Guito Moreto/Agência O Globo

Na próxima sexta-feira (dia 28), o governo federal vai publicar a medida provisória (MP) que liberará o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e foram demitidos. O texto vai retirar a regra que impedia os que aderiram à modalidade de ter acesso ao saldo integral da conta vinculada em caso de demissão sem justa causa.

O recurso será liberado para trabalhadores que foram demitidos entre janeiro de 2020 até a data da publicação da MP. Por terem aderido ao saque-aniversário, essas pessoas ficaram impedidos de acessar o saldo do FGTS quando foram desligadas do emprego.

A medida vai beneficiar 12,1 milhões de trabalhadores e trabalhadoras. No total, serão liberados R$ 12 bilhões.

O pagamento da primeira etapa será feito até o limite de R$ 3 mil. Se o valor a receber do trabalhador demitido no período determinado for superior, o saldo restante será liberado em uma segunda etapa, a contar 110 dias após a publicação da MP.

Após esse prazo, os trabalhadores que optarem pelo saque-aniversário e forem demitidos não poderão acessar o saldo, que permanecerá retido, diz o governo.

Aprovada no primeiro ano do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, a lei que criou o saque-aniversário fixou uma carência de 24 meses para quem aderiu à modalidade poder voltar ao saque em caso de rescisão. É esse dinheiro que está travado, em caso de demissão, que o governo pretende liberar.

O saque-aniversário permite ao trabalhador fazer uma retirada anual do Fundo no seu mês de nascimento. Mas, em contrapartida, ele não pode sacar todo o saldo remanescente em caso de demissão sem justa causa — como é o caso dos trabalhadores que não aderiram à modalidade.

Em 2024, o saque-aniversário pagou 47,4 bilhões entre retiradas efetivas ou antecipação. Segundo dados oficiais, há 37,6 milhões de adesões ativas no saque-aniversário, o que considera contas e não CPFs — é possível um trabalhador ter mais de uma conta, por isso, o número é elevado. Veja abaixo o que se sabe sobre a medida:

O saque-aniversário foi criado em 2020, na gestão de Jair Bolsonaro (PL). A modalidade permite ao trabalhador retirar uma parte do dinheiro que está no Fundo todos os anos no mês em que nasceu. Mas, em contrapartida, ele não pode sacar o saldo remanescente em caso de demissão, como é permitido aos trabalhadores que não aderiram à modalidade.

Esse trabalhador tem que esperar dois anos para voltar para o chamado saque-rescisão, o modelo tradicional do FGTS, no qual se tem direito ao saque integral da conta do Fundo, incluindo a multa rescisória de 40% paga pelo empregador, em caso de demissão sem justa causa.

O governo quer permitir que o trabalhador demitido sem justa causa possa resgatar o dinheiro que está no FGTS mesmo que tenha aderido ao saque-aniversário. A mudança deve ser feita por medida provisória.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou que será publicada na próxima sexta-feira.

A ideia é que a medida seja válida para quem foi demitido entre janeiro de 2020 até a data da publicação da MP.

Se o trabalhador tinha aderido ao saque-aniversário e foi demitido em 2023, por exemplo, e voltou a trabalhar em 2024, a ideia é que ele possa retirar o saldo retido no momento da demissão. Ou seja, o que ele tinha do Fundo em 2023. Assim, se ele foi recontratado, não poderá receber o valor que foi depositado pelo novo empregador. Mas tudo ainda está em discussão, o texto da MP não esta pronto.

Cerca de 12 milhões de pessoas.

Técnicos envolvidos na discussão estimam que a medida pode levar a uma injeção de R$ 12 bilhões na economia.

Os recursos do FGTS são usados para financiar a construção civil. O temor das construtoras é que, ao permitir que quem aderiu ao saque-aniversário também possa resgatar recursos em caso de demissão, o saldo do Fundo caia muito, afetando os financiamentos da casa própria.

Em 2023 e 2024, empregados sacaram R$ 30 bilhões do Fundo na modalidade do saque-aniversário, ou seja, contabilizando os saques anuais. Nos últimos dois anos, os saques-rescisão movimentaram cerca de R$ 110 bilhões.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, sempre defendeu o fim do saque-aniversário para que o trabalhador pudesse sacar a rescisão novamente. Mas ele enfrentava muita resistência no Congresso Nacional e dentro do próprio governo para levar esse projeto adiante, pois o saque-aniversário caiu no gosto dos trabalhadores.

O presidente Lula enfrenta forte queda de popularidade no momento. O governo viu na mudança nas regras do FGTS uma forma de resgatar apoio da classe trabalhadora ao presidente.

fonte:https://extra.globo.com/

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