sábado, 5 de setembro de 2026

MOTOCICLISTA MORRE APÓS BATER NA TRASEIRA DE CARRO NA RODOVIA RAPOSO TAVARES EM REGENTE FEIJÓ

 



Um homem de 58 anos morreu após se envolver em um sinistro de trânsito na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Regente Feijó, na região de Presidente Prudente. A ocorrência foi registrada na tarde desta sexta-feira, 4 de setembro, por volta das 18h15.

De acordo com informações do Policiamento Rodoviário, o acidente aconteceu no quilômetro 556, no sentido oeste, durante a Operação Impacto.

Segundo o registro policial, um veículo Renault Scenic, de cor preta e com placas de Presidente Prudente, trafegava pela marginal da rodovia e entrou na alça de acesso à SP-270. O automóvel teria parado na faixa de desaceleração, com o pisca-alerta acionado.

Na sequência, por motivos que ainda serão esclarecidos, uma motocicleta Honda CG 125, de cor prata e também com placas de Presidente Prudente, bateu na traseira do Renault Scenic.

O motociclista, que era mecânico e morador de Presidente Prudente, não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Equipes da Polícia Científica foram acionadas e realizaram a perícia nos veículos e no local do acidente. A concessionária CART também esteve na ocorrência para realizar a sinalização e prestar apoio às equipes.

A ocorrência foi apresentada no Plantão da Polícia Civil de Regente Feijó, onde o caso será investigado para esclarecer as circunstâncias e as causas do sinistro.

POLICIAMENTO RODOVIÁRIO E FICCO PRENDEM TRAFICANTE COM QUASE 3 TONELADAS DE MACONHA EM PIRAPOZINHO

 


Uma operação integrada entre o Policiamento Rodoviário e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo, a FICCO/SP, resultou na apreensão de aproximadamente 2,9 toneladas de maconha na tarde desta sexta-feira, dia 4 de setembro, em Pirapozinho, no Oeste Paulista.

A ocorrência foi registrada por volta das 15h40, na Rodovia Assis Chateaubriand, a SP-425, na altura do quilômetro 469, no sentido norte.

A apreensão ocorreu durante a Operação Impacto/Independência. Equipes do Tático Ostensivo Rodoviário, o TOR, do Policiamento Rodoviário de Presidente Prudente, em ação conjunta com a FICCO/SP, abordaram um conjunto de veículos de carga formado por um caminhão-trator Iveco Stralis, que tracionava dois semirreboques.

O veículo transportava, aparentemente, uma carga regular de aveia em grãos. No entanto, durante uma fiscalização minuciosa, os policiais retiraram as lonas que cobriam a carga e localizaram diversos fardos escondidos junto ao carregamento.

Após a verificação e a pesagem, foi constatado que se tratava de 130 fardos de maconha, totalizando aproximadamente 2.920 quilos da droga.

O motorista, de 33 anos e morador de Palhoça, em Santa Catarina, contou aos policiais que teria recebido uma proposta de R$ 5 mil para transportar a droga até a capital paulista. Segundo o relato, parte do valor teria sido paga antecipadamente.

A quantidade de entorpecente apreendida representa um prejuízo estimado de R$ 5,84 milhões ao crime, de acordo com a avaliação apresentada pelas forças de segurança.

Após a abordagem, a ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Federal de Presidente Prudente, onde foram adotadas as medidas de polícia judiciária.

O motorista permaneceu preso. Também foram apreendidos o entorpecente, o conjunto de veículos utilizado no transporte e dois aparelhos de telefone celular.

A ocorrência destaca a importância da fiscalização especializada nas rodovias e da integração entre diferentes forças de segurança no combate ao tráfico de drogas. A atuação das equipes permitiu identificar uma grande quantidade de entorpecentes que estava sendo transportada de forma oculta em meio a uma carga aparentemente lícita.

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Lojão do Amigo Bonfim

 

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🧤⚽ Você sabia? As luvas de goleiro nem sempre fizeram parte do futebol

 

 BIPPA/Central Press/Hulton Archive/Getty Images

Equipamento que hoje é indispensável para os grandes goleiros começou de maneira simples e levou décadas para se tornar obrigatório na prática

Hoje é praticamente impossível imaginar um goleiro profissional entrando em campo sem suas luvas. Mas, nos primeiros anos do futebol, os goleiros defendiam as bolas com as mãos nuas.

No futebol do século XIX, a proteção das mãos praticamente não existia. Os goleiros enfrentavam bolas pesadas, principalmente quando estavam molhadas pela chuva, e ainda precisavam lidar com o frio e com o impacto dos chutes.

🧤 As primeiras tentativas

Um dos primeiros registros históricos relacionados a uma luva específica para goleiros aparece no Reino Unido, em 1885, quando foi registrada uma patente relacionada a luvas destinadas à prática do futebol.

Naquela época, porém, a ideia ainda estava muito longe das luvas modernas.

Os primeiros modelos não tinham a tecnologia de aderência que conhecemos atualmente. A função principal era proteger as mãos, e não necessariamente aumentar a capacidade de agarrar a bola.

⚽ Por que demorou para virar tradição?

Durante as primeiras décadas do futebol, muitos goleiros simplesmente preferiam jogar sem luvas.

O material disponível era limitado e os modelos iniciais podiam até dificultar o contato com a bola.

Além disso, o futebol daquela época era muito diferente do atual. As bolas eram feitas com materiais mais pesados e podiam ficar ainda mais difíceis de controlar quando estavam molhadas.

Aos poucos, porém, os fabricantes começaram a perceber que havia espaço para desenvolver um equipamento específico para os goleiros.

🧤 A revolução do látex

A grande evolução aconteceu principalmente na segunda metade do século XX.

Os fabricantes começaram a utilizar espumas e látex, materiais que proporcionavam muito mais aderência à bola.

A partir das décadas de 1960 e 1970, as luvas passaram por uma transformação importante e começaram a ganhar características mais próximas dos modelos modernos.

O equipamento passou a ter melhor ajuste às mãos, maior capacidade de absorção do impacto e materiais capazes de proporcionar mais aderência.

🧤 Das luvas simples às luvas tecnológicas

Hoje, uma luva profissional é praticamente um equipamento de alta tecnologia.

Existem modelos específicos para diferentes condições climáticas, tipos de gramado e estilos de goleiro.

Algumas possuem sistemas de proteção para os dedos, enquanto outras priorizam maior liberdade de movimento.

O látex da palma também é desenvolvido em diferentes níveis de aderência, permitindo que o goleiro tenha mais controle ao agarrar ou espalmar a bola.

🏆 Grandes goleiros ajudaram a popularizar o equipamento

Ao longo das décadas, grandes nomes do futebol ajudaram a transformar as luvas em um símbolo da posição.

Goleiros como Gordon Banks, Sepp Maier, Peter Schmeichel, Oliver Kahn, Iker Casillas, Gianluigi Buffon, Manuel Neuer e Alisson marcaram diferentes épocas e acompanharam a evolução dos equipamentos.

Hoje, além de proteção, as luvas também fazem parte da identidade dos goleiros. Muitos atletas escolhem modelos personalizados, com cores, desenhos e características próprias.

🤔 E existe uma curiosidade importante...

Apesar de serem praticamente indispensáveis no futebol profissional moderno, as regras do futebol não obrigam o goleiro a usar luvas.

Ou seja: se quiser, o goleiro pode entrar em campo sem elas.

Mas, diante da velocidade e da força dos chutes atuais, poucos profissionais abririam mão desse equipamento.

🧤 De mãos nuas à tecnologia

O que começou como uma simples proteção para as mãos se transformou em um dos equipamentos mais sofisticados do futebol.

Da bola pesada dos primeiros anos do esporte às bolas modernas que chegam a mais de 100 km/h, as luvas acompanharam a evolução do futebol — e ajudaram os goleiros a transformar defesas difíceis em verdadeiros espetáculos.

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Lojão do Amigo Bonfim

 

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