quarta-feira, 20 de maio de 2026

MÃE É PRESA EM FLAGRANTE APÓS ABANDONAR FILHA DE 6 ANOS TRANCADA PARA PASSAR A NOITE COM NAMORADO


Pode ser uma imagem de carro, ambulância e texto que diz "POLÍCIA I-09470 OCΙR แาด FPP0376 FORÇA_TATICA TATICA FORÇA"

Vizinhos denunciaram o caso após ouvirem a criança chorar descalça no quintal em Presidente Prudente; menina dizia frases como "a mamãe logo volta" para confortar a si mesma.
Uma mulher de 32 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), pelo crime de abandono de incapaz. Ela é acusada de deixar a filha, de apenas 6 anos, completamente sozinha em casa durante toda a noite para ir à residência do namorado.
A Polícia Militar foi acionada por moradores do bairro que relataram que a menina estava chorando sozinha no quintal desde as 5h da manhã. Segundo os relatos das testemunhas à polícia, a negligência por parte da mãe vinha ocorrendo de forma recorrente nos últimos dias.
Criança foi encontrada descalça e assustada
Ao chegarem ao endereço, os policiais conseguiram olhar pela fresta do portão e visualizaram a vítima descalça, chorando e repetindo frases como "a mamãe vai voltar, está tudo bem" e "a mamãe logo volta", na tentativa de acalmar a si mesma. Como ninguém atendeu aos chamados na casa, a equipe precisou pular o muro para resgatar a criança.
A mãe retornou ao local somente após ser avisada por vizinhos sobre a presença das viaturas (p. 3). Inicialmente, ela tentou alegar que os avós da menina estavam na residência e haviam saído cedo para trabalhar, mas a versão foi integralmente desmentida pelas testemunhas presentes.
Flagrante e perda da guarda provisória
Diante das evidências e do depoimento dos policiais, o delegado de plantão ratificou a prisão em flagrante da mulher, sem direito à fiança na esfera policial. Caso seja condenada pelo crime de abandono de incapaz com o agravante de ser ascendente da vítima, a pena pode ser aumentada.
O Conselho Tutelar foi formalmente acionado para acompanhar o caso. A pedido do órgão, a guarda provisória da menina foi imediatamente concedida ao avô paterno, que assinou o termo de responsabilidade e retirou a criança do ambiente de risco.

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