Foto ilustrativa: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Foto ilustrativa: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
(Foto: Elsa - Getty Images)
(Foto: Hannah Mckay/Reuters)
A atriz acrescentou um M ao sobrenome e se surpreendeu: 'Achei simbólico ser a letra inicial do nome da minha mãe'
Por gshow — Rio de Janeiro
Supersticiosa! Carolina Dieckmmann -- sim, agora ela traz mais uma letra M em seu sobrenome -- resolveu dar uma mexida no seu nome artístico após consultar um numerologista. Ao gshow a atriz explicou o motivo que a fez optar pela mudança e ainda contou uma surpresa diante da orientação do numerologista.
"Consultei um numerologista que me sugeriu colocar um M no meu nome, num lugar em que a combinação das letras não estava positiva... Achei simbólico ser justo a letra inicial do nome da minha mãe e resolvi colocar", explicou.
A Numerologia é uma ferramenta de autoconhecimento e orientação, capaz de revelar tendências profundas sobre a vida, características pessoais e até mesmo a maneira como nos comunicamos. O Mapa Numerológico, por exemplo, mostra todos os significados que o seu nome completo e a sua data de nascimento trazem.
Além de mudar o sobrenome, a atriz também deu uma modificada no visual recentemente para entrar na nova fase da personagem Leila, em Vale Tudo. Mais loira do que nunca, o responsável pelo novo cabelo foi Marcelo Dias, caracterizador da novela. E para alcançar o loiro mais claro usado por ela, da raiz às pontas, a referência foi a personagem de Cate Blanchett, no filme Blue Jasmine (2013).
“O visual atual dá uma ideia de uma mulher mais cuidada, que gasta mais tempo e dinheiro com isso. A Leila é uma mulher que continua tendo o gosto e as escolhas dela, mas com mais recursos. Isso traz mais opções a ela, que passa a usar roupas com tecidos mais nobres, como renda e seda. Com o cabelo, a ideia é a mesma. Ela hoje tem mais dinheiro e mais tempo para poder se cuidar e ter essa aparência impecável", disse a atriz ao gshow.
fonte:https://gshow.globo.com
Ator, humorista, roteirista e apresentador surge nesta quarta-feira em 'Garota do momento' no papel de um milionário caipira: 'Eu era doido para soltar um 'ara' em cena'
Mirosmar Piratininga desembarca na Copacabana de 1958 dirigindo um carro nada discreto: vermelho e ornamentado com chifres de boi. Alinhado num terno verde, o goiano usa fivela, relógio e anéis que refletem sua dourada conta bancária. O final feliz de Iolanda (Carla Cristina Cardoso), em “Garota do momento”, é desse jeitinho, e tem o rosto e o corpo do multifacetado Paulo Vieira.
Depois de recusar outros convites para papéis em novelas — ele havia sido cotado para viver o Sardinha de “Vale tudo” e o professor Asdrúbal de “Êta mundo melhor” —, o ator, apresentador, roteirista, humorista e empresário faz, enfim, sua estreia em folhetins no capítulo previsto para ir ao ar nesta quarta-feira (25) na faixa das 18h.
— Achei honroso e bonito o convite para ser o final feliz de alguém — diz Paulo, explicando por que aceitou interpretar Mirosmar: — Também contou o fato de ser uma participação rápida, numa novela que merece todo o reconhecimento por sua grandiosidade. Tenho alguns amigos nessa obra... Pedro Alvarenga, que escreveu o “Avisa lá que eu vou” durante muito tempo, é um dos autores. E Carla Cristina... que carreira linda ela tem construído!
O milionário surge no caminho de Iolanda num momento crítico: a bolsa amniótica se rompe e ela precisa ir depressa para o hospital, dar à luz.
— Das muitas coisas loucas que já me aconteceram, faltava essa para o meu currículo: auxiliar uma grávida na hora do parto. Mas minha mãe já ajudou! — entrega ele, citando dona Conceição, agora famosa por conta das aventuras da série “Pablo & Luisão”, sucesso no Globoplay.
Paulo conta que chegou a questionar se Mirosmar não poderia ser do Tocantins, sua terra natal. Mas o estado brasileiro só foi criado em 1988, trinta anos depois de quando se passa a novela. De qualquer forma, na pele do goiano o ator se realiza:
— Minha família sempre acompanhou as tramas interioranas. E eu era doido para soltar um “ara” em cena. Chegou o momento! Quando eu soube que o personagem seria caipira e tinha que ter sotaque, adorei!
Assim como Mirosmar, Paulo Vieira afirma ser um cara “grande, exagerado, que não se apequena para caber em nenhum lugar”.
— Eu me identifico com isso: conforme o tempo passa, vou me empoderando da grandeza da terra onde nasci e cresci, da minha história. Não tenho medo de ser quem sou — brada.
Na quarta temporada do “Avisa lá que eu vou”, no GNT (a partir do dia 2 de julho, também na TV Globo), o apresentador compartilha sua cultura e descobre as riquezas materiais e as humanas de Norte a Sul deste Brasilzão. Muitas lembranças dos recantos por onde passa, ele leva para dentro de seu apartamento, em São Paulo, na mala:
— Tenho aqui uma chave dourada enorme, muitas louças de barro, três máscaras gigantes... Não existe mais lugar para guardar tudo!
fonte:https://extra.globo.com/
Estudo mostra semelhanças físicas e psicológicas entre pets e tutores, desde comprimento da orelha até peso
Cães e seus tutores podem, sim, ter personalidades semelhantes. É o que revela um artigo recente feito por pesquisadores alemães que revisa 15 estudos científicos e encontra padrões de semelhanças em características como ansiedade, sociabilidade e até extroversão.
A ideia de que "o dono se parece com o cachorro" não é apenas brincadeira: a ciência tem levado isso a sério. Segundo os pesquisadores, além do comportamento, até a aparência pode ser parecida. Há, por exemplo, indícios de que tutores de cabelo curto preferem cães de orelhas pequenas, enquanto quem tem cabelo mais longo tende a escolher animais com orelhas compridas.
Outro dado curioso é a relação entre o peso: estudos apontaram que pessoas com índice de massa corporal (IMC) mais alto também costumam ter cães acima do peso, o que pode estar ligado ao estilo de vida compartilhado.
Mas essas semelhanças não são apenas uma questão de percepção. Em uma das pesquisas, participantes que não conheciam os donos nem os cães conseguiram acertar, só pelas fotos, quais pares eram tutor e pet.
Segundo o estudo, essa conexão pode ter raízes no nosso próprio instinto social. Assim como buscamos pessoas parecidas para conviver, fazemos o mesmo na escolha dos animais de estimação, talvez de forma inconsciente. No caso dos cães de raça, isso fica ainda mais evidente, já que cada raça tem comportamentos mais previsíveis.
Por outro lado, segundo os cientistas, nem sempre é preciso ser parecido para dar certo. Um cachorro agitado pode fazer bem para um tutor mais caseiro, incentivando hábitos mais ativos.
fonte:https://extra.globo.com/