terça-feira, 3 de novembro de 2026

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PSORÍASE: DOENÇA NÃO É CONTAGIOSA, TEM TRATAMENTO E EXIGE ATENÇÃO

 


[Foto: CAS] Fonte: Agência Senado

Manchas avermelhadas, descamação e coceira podem ser sinais da doença, que também pode afetar as unhas e as articulações.

Da Redação da Venceslau FM 100.5 – A Rádio da Cidade

Nesta quinta-feira, 29 de outubro, é celebrado o Dia Nacional e Mundial da Psoríase, uma data dedicada à conscientização sobre uma doença inflamatória crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

Apesar de ser relativamente comum, a psoríase ainda é cercada de dúvidas e preconceitos. Uma das informações mais importantes é que a doença não é contagiosa. Portanto, não é transmitida pelo toque, pelo abraço, pelo aperto de mão ou pelo compartilhamento de objetos.

O que é a psoríase?

A psoríase é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente a pele. Ela está relacionada ao funcionamento do sistema imunológico e a uma predisposição genética, além da influência de fatores ambientais.

A doença pode provocar manchas avermelhadas, geralmente cobertas por escamas esbranquiçadas, que podem causar coceira, ardência ou desconforto. As lesões aparecem com frequência nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo, mas podem atingir outras partes do corpo, inclusive as unhas.

Os sintomas podem desaparecer por períodos e voltar posteriormente, variando de uma pessoa para outra.

Quais fatores podem desencadear as crises?

Embora as causas não sejam completamente conhecidas, alguns fatores podem desencadear ou agravar as manifestações da psoríase, como estresse emocional, infecções, lesões na pele, determinados medicamentos e condições que favorecem o surgimento das crises.

É importante lembrar que a doença não é resultado de falta de higiene e não deve ser motivo de vergonha ou isolamento social.

Psoríase tem cura?

Atualmente, a psoríase não tem cura definitiva, mas existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

De acordo com a gravidade e as características de cada caso, o dermatologista pode recomendar medicamentos de uso tópico, fototerapia ou tratamentos sistêmicos, incluindo medicamentos específicos para quadros moderados ou graves.

A escolha do tratamento deve ser individualizada. Por isso, a orientação é procurar atendimento médico ao perceber lesões persistentes ou alterações suspeitas na pele, evitando a automedicação.

A doença também pode afetar as articulações

Além das manifestações na pele e nas unhas, algumas pessoas podem desenvolver artrite psoriásica, uma condição inflamatória que provoca dores, inchaço e rigidez nas articulações.

Por isso, dores articulares persistentes em pessoas com psoríase devem ser avaliadas por um profissional de saúde.

Combater o preconceito também é cuidar da saúde

A aparência das lesões pode causar constrangimento e afetar a autoestima, os relacionamentos e a vida profissional de quem convive com a doença.

O Dia Nacional e Mundial da Psoríase reforça a importância da informação, do diagnóstico correto, do acesso ao tratamento e do respeito aos pacientes.

A mensagem principal é simples: psoríase não pega, não é falta de higiene e não deve afastar ninguém do convívio social. Com acompanhamento médico adequado, é possível controlar a doença e viver com mais qualidade de vida.

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DDM DE PRESIDENTE VENCESLAU PROMOVE PALESTRA SOBRE A LEI MARIA DA PENHA EM ESCOLA ESTADUAL DE PIQUEROBI






A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Presidente Venceslau, realizou na noite da terça-feira (27/10) palestra sobre a Lei Maria da Penha na Escola Estadual Professora Maria Aparecida Queiroz Casari, em Piquerobi. A atividade foi voltada a pais, responsáveis e funcionários da instituição de ensino.

Ministrada pela delegada titular da DDM, a palestra ocorreu das 19h às 19h50. Foi apresentada a trajetória de Maria da Penha Maia Fernandes — cuja luta resultou na criação da Lei nº 11.340/2006, que completou 20 anos em agosto deste ano.

Foram discutidos aspectos sociais e culturais da violência doméstica e familiar, incluindo o ciclo da violência e comportamentos de controle e dominação. Na parte jurídica, foram explicadas as cinco formas de violência: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, além da violência vicária, incluída na legislação em 2026. Também foram detalhadas as medidas protetivas de urgência e as consequências do seu descumprimento.

Ainda foi abordado o impacto da violência no desenvolvimento de crianças e adolescentes e os sinais que podem ser percebidos no ambiente escolar. Foi reforçada a importância da união entre família e escola para construir uma cultura de respeito e igualdade.

Ao final, foram divulgados os canais de atendimento e denúncia: DDM, telefone 190, Central Ligue 180 e a Delegacia Eletrônica da Polícia Civil. A iniciativa faz parte das ações preventivas da instituição no combate à violência contra a mulher e na aproximação com a comunidade.

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Tiago Jóias e Relógios